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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Para Barbosa, poder público deve bancar saúde dos mais pobres



O ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta segunda-feira a responsabilidade do poder público no custeio da saúde de pessoas que não têm condições financeiras. Ele ressaltou que o STF tem dado decisões nesse sentido, com o objetivo de diminuir as discrepâncias sociais no Brasil. O discurso foi proferido na abertura do Terceiro Encontro Latino-americano sobre Direito à Saúde e Sistemas de Saúde, no Tribunal Superior do Trabalho (TST).

O desafio nessa área é tão superlativo que o Supremo Tribunal Federal têm decidido que o Estado brasileiro não pode se furtar ao dever que lhe incumbe de propiciar aos cidadãos hipossuficientes os meios necessários ao gozo do direito à saúde. Trata-se de uma obrigação solidária, pois prestá-la é incumbência não só da União, mas também dos estados e municípios. No Brasil, a desigualdade no campo da saúde é tão expressiva que se tornou imperativo para o Poder Judiciário atuar com bastante rigor e precisão para impedir que o fosso entre os cidadãos se alargue ainda mais. E essa atuação tem um único objetivo, a efetivação do direito à saúde — declarou Barbosa.

O ministro lembrou que, muitas vezes, o acesso à saúde só é garantido por decisões judiciais:

Se a República Federativa do Brasil tem por objetivos a construção de uma sociedade livre, justa e solidária e promover o bem estar de todos, é imperioso que esse ideal somente será alcançado se todos os cidadãos tiverem condições de verem assegurado seu direito à saúde, pois este diz respeito concretamente à vida de todos nós. Em um grande número de casos, isso não ocorre sem a intervenção do Poder Judiciário, como todos nós sabemos.

Barbosa ponderou que os cofres públicos não têm capacidade de custear todas as despesas com saúde dos brasileiros. Ele recomendou que os juízes pesem os valores na hora de tomar decisões.

É certo que num cenário de limitações orçamentárias, não se pode impor ao Estado a concessão ilimitada de qualquer tratamento ou medicamento. Entretanto, essa circunstância não pode ser apresentada como cláusula geral de isenção ao cumprimento das normas constitucionais e principalmente à concretização do direito fundamental à saúde. A finalidade da proteção à saúde é manter hígido o direito à vida. Por isso, argumentos tais como o da reserva do impossível, da impossibilidade do controle dos atos administrativos de mérito pelo Judiciário, o da ausência de conhecimento técnico do magistrado não podem ser utilizados sem a devida ponderação como um escudo contra a realização do direito fundamental à saúde — afirmou.

Durante o discurso, estavam presentes à mesa, entre outros, o presidente do TST, ministro Carlos Alberto Reis de Paula; o juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos Roberto Caldas; o representante no Brasil da Organização Panamericana de Saúde da Organização Mundial de Saúde, o cubano Joaquim Molinas; e a economista especialista em saúde e gerente para a área de sistemas de saúde do Banco Mundial, Maria Luisa Escobar.

Fonte: O Globo

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Salvador terá internação compulsória de viciados em drogas



Assim como São Paulo, que ontem passou a internar compulsoriamente os dependentes químicos, a Bahia também vai internar à força dependentes químicos. Uma equipe com profissionais de saúde será criada pela Superintendência de Prevenção e Acolhimento aos Usuários de Drogas e Apoio Familiar (Suprad), órgão vinculado à Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos. A previsão do governo do estado é que a equipe já esteja nas ruas do Centro Histórico em março.
Desde segunda (21), após parceria do poder Judiciário com o governo do estado de São Paulo, 50 agentes fazem abordagens nas ruas do Centro da capital. Se for atestado que o viciado não tem domínio da sua própria saúde e condição física e este se negar a receber tratamento, um juiz poderá determinar sua internação.

“Esse tipo de internação feita em São Paulo será feita aqui também no Centro Histórico. Aqui em Salvador, nós não temos uma cracolândia nos moldes da Estação da Luz (em São Paulo). Temos alguns pontos que têm características parecidas, como por exemplo o Centro Histórico, onde há uma grande concentração com pessoas que vêm até do interior.

Não é igual, mas requer intervenções”, explica a superintendente da Suprad, Denise Tourinho, destacando que antes da internação compulsória a equipe trabalhará  tentando se aproximar do usuário de drogas, conviver e criar  confiança.

Os casos de internação compulsória são quando o dependente está em risco e, mesmo sem autorização da família, a internação é determinada por um juiz competente, depois de pedido feito por um médico, atestando que a pessoa não tem domínio sobre suas condições psicológicas e físicas.
“Vai ser uma ação cotidiana. Vamos trabalhar com muita tranquilidade. 90% dos casos não precisam de internação. Precisam de orientação”, acrescenta Tourinho.
A Câmara Setorial de Enfrentamento ao Crack, criada pelo programa Pacto pela Vida, terá um grupo de trabalho para acompanhar quinzenalmente os casos de internação compulsória. Após o período de crise, que, segundo Tourinho, costuma demorar em média 17 dias, o dependente tem condições de decidir se quer acompanhamento voluntário.

Centro Histórico 

A criação da equipe específica para o Centro Histórico, local considerado prioridade pelo governo, faz parte do plano Viver Sem Drogas que foi implantado há um ano e um dos braços do programa estadual Pacto Pela Vida, do qual fazem parte também as Bases Comunitárias de Segurança.

“As questões relacionadas às drogas não são só de polícia. Nossa proposta é chegar nessas pessoas sem violação de direitos. O trabalho é numa perspectiva de convencimento dos usuários”, diz Tourinho. Há ainda a previsão de estender para outros locais, “onde houver necessidade”.

Problemas

Tourinho, porém, destaca problemas na internação. “Chegar até o usuário e determinar a internação compulsória é fácil. O difícil é a rede de saúde atender a todas essas pessoas”.

A saída para o Estado é internar em hospitais gerais. “Precisa de acompanhamento médico para tirar da abstinência. Estou falando de pessoas que estão nas ruas, degradadas, às vezes armadas, usando de 20 a 30 pedras de crack por dia, misturando com álcool. Estas pessoas não estão em condições de decidir. O encaminhamento destas pessoas só conta atualmente com os hospitais gerais”, destaca a superintendente da Suprad, admitindo que o Estado precisa implantar mais leitos psiquiátricos em hospitais gerais. “Nós temos 800 vagas por ano”, diz.
Ela reclama de falta de suporte do município. “Salvador não tem um Caps AD3 (Centro de Atendimento Psicossocial), que trabalha com acolhimento noturno, e o Caps Gey Espinheira (em Campinas de Pirajá) nunca funcionou como do tipo 3. Nossa expectativa é que o prefeito consiga expandir a rede de Caps”, diz.
De acordo com a diretora de Atenção à Saúde, Luciana Peixoto, da Secretaria Municipal da Saúde, a prefeitura “pretende expandir a rede de Caps”, mas ainda não há previsão para isso.
A coordenadora municipal da Área Técnica de Saúde, Célia Rocha, ressaltou que existem três consultórios de rua, formados por equipes profissionais de saúde, que realizam campanhas educativas de enfrentamento ao uso do crack. Dois são itinerantes e o terceiro fica no Centro Histórico.
“Existe um decreto do prefeito exigindo que nós temos um prazo de 90 dias para implementar ações que fortaleçam a rede psicossocial com ênfase no álcool e drogas”, lembra Rocha.
A psiquiatra Rosa Garcia, integrante da Associação Brasileira de Psiquiatria, concorda com a internação compulsória quando o dependente químico estiver correndo risco, mas destaca a necessidade de centros especializados em Salvador.  “Ele corre risco de ser agredido, atropelado, entre muitos outros, mas nós não temos um centro especializado para internar usuários de drogas compulsoriamente”, afirma.

Fonte: Correio24horas

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Acordo é firmado entre clínicas particulares e equipe de transição de ACM Neto



Hospitais e clínicas particulares que prestam serviço ao SUS, e estão sem receber o pagamento, pediram a redefinição de contrato para a nova gestão municipal, em reunião com a equipe de transição da Secretaria de Saúde. O encontro foi na última quarta-feira (19), no Ministério Público da Bahia (MP-BA) e por conta disso a possibilidade de paralisação está descartada. 

Na reunião foi lavrado um acordo em que as partes decidiram deixar para a futura gestão municipal a assinatura dos contratos de prestação de serviços de saúde para o SUS, o que irá acontecer a partir de 23 de janeiro do próximo ano. 

A intermediado foi feita pela promotora Rita Tourinho na presença dos diretores do Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Saúde do Estado da Bahia (Sindhosba) e da Associação dos Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia (AHSEB). O pedido feito pelas duas entidades decorre de vários impasses no acordo assinado esse ano, entre a atual gestão municipal, que não quitava as faturas alegando não existir contrato firmado. Durante a reunião também foi assegurado aos prestadores o cumprimento do TAC em relação aos prazos estabelecidos para pagamentos.

Em função do resultado da reunião no Ministério Público, os estabelecimentos privados de serviços de saúde da capital baiana decidiram manter o atendimento à população, sendo que alguns deles estão em recesso de fim de ano. O risco da paralisação existia porque as faturas dos meses de setembro, outubro e novembro estavam em aberto. Mas a prefeitura cumpriu o TAC e efetuou o 
pagamento do primeiro mês, o que a deixa adimplente com os prestadores.

TAC

O Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) foi a medida adotada pelo Ministério Público Estadual para resolver o impasse entre hospitais e clínicas particulares e a Prefeitura Municipal de Salvador. Assinado no início desse ano, o Termo assegurava o pagamento dos valores devidos às instituições prestadoras de serviços de saúde privadas que estavam credenciadas ao Sistema Único de Saúde. 

Como a alegação principal da Prefeitura era a falta de contratos entre as partes, o TAC obrigava a administração municipal a realizar o chamamento público para a assinatura dos mesmos, assegurando o pagamento às clínicas e hospitais particulares de Salvador.

Fonte: Metro 1

quinta-feira, 8 de março de 2012

Casos de dengue aumentam 113% em Salvador




Um balanço da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde informa que houve um aumento de 113% (471 para 1.006) nos casos de dengue registrados na capital baiana no período de 1º de janeiro até o último dia 3 deste mês. Os dados são em relação ao mesmo período do ano passado. Com este resultado, Salvador está na oitava colocação dentre os dez municípios que têm mais de 100 mil habitantes e registraram aumento de casos em 2012.
O líder é o Rio de Janeiro, com 8.050 ocorrências notificadas. Segundo José Carlos Vieira, gerente do Centro de Controle de Zoonoses da Secretaria Municipal de Saúde (CCZ), há vários fatores que explicam este cenário. Dentre eles, o aumento do índice de pluviosidade, a greve dos agentes de saúde e o que ele classifica como "desleixo" da população.
Em 130 mil imóveis de Salvador e 33 bairros há alto risco de epidemia de dengue. O líder é Fazenda Coutos com 11,7 % de índice de Infestação Predial (IIP). Para sanar o problema, o gerente do CCZ informa que já iniciou o mapeamento das áreas de risco. "Dividimos essa regiões pelo IIP. Se estiver acima de 3%, considerado tolerável, iniciamos à intervenção. É o caso de Fazenda Coutos. Desde a semana passada agimos lá", afirma Vieira. 
As informações são do A Tarde.

terça-feira, 6 de março de 2012

Governo salva hospital com um mês sem fazer publicidade





Vice-líder da oposição na Assembleia Legislativa, o deputado Bruno Reis (PRP)  responsabilizou o governo do Estado pela crise financeira enfrentada pelo  Hospital Aristides Maltez. Ele afirmou que a gestão Jaques Wagner só investiu  R$1,8 milhão em 2011 na unidade de saúde, sendo que, desse total, quase R$900  mil foram do programa “Sua nota é um show”. “Ou seja, o governo não investiu  sequer R$1 milhão no hospital que é referência no tratamento contra o câncer. Ao  invés de apelarem para a demagogia, os deputados da base governista deveriam era  cobrar do governador mais recursos para o Aristides Maltez, que não pode fechar
as portas”, afirmou Reis.

O deputado lembrou que, somente no Carnaval deste  ano, o governo gastou mais de R$400 mil em patrocínios ao Camarote Marta Góes,  através da Embasa e da BahiaGás. “A questão é de prioridade. Temos um governo  que gastou somente ano passado R$104 milhões em propaganda, o que dá R$380 mil  por dia. Já para a saúde, o governador, que gosta mesmo é de torrar com festa  para agradar aliados, amigos e colaboradores, alega que não tem mais dinheiro em  caixa”, acusou o parlamentar.  “Se o governo economizasse um mês de propaganda,  daria para salvar o Aristides Maltez”, acrescentou.


sexta-feira, 2 de março de 2012

Bahia fica abaixo da média nacional em índice que mede qualidade do SUS




Além de apontar Salvador como a 12ª colocada em uma lista de 29 cidades, o Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (Idsus), do Ministério da Saúde, revelou que o atendimento oferecido na Bahia está abaixo da média nacional, de 5,47. Em uma escala de 0 a 10, a Bahia obteve a nota 5,39. O levantamento mostrou também que, dos 5.563 municípios brasileiros, 1.150 receberam uma média menor do que 5. Outra informação preocupante sobre o atual estado da saúde brasileira é de que mais de 70% da população vive em 4.066 cidades – que tiveram notas entre 5 e 6,9.

Fonte: Bahia Noticias


quinta-feira, 1 de março de 2012

Aristides Maltez: Prefeitura resiste em pagar dívida para guardar dinheiro para eleições, acusa presidente da Liga Bahiana




O presidente da Liga Bahiana contra o Câncer, Aristides Maltez Filho, revelou nesta quinta-feira (1º) que o secretário municipal de Saúde, Gilberto José, confidenciou durante reunião em seu gabinete que o prefeito João Henrique (PP) “estaria resistindo em pagar” os débitos com o Hospital Aristides Maltez, que ameaça fechar as portas em 25 dias. “Tem duas faturas na mesa dele [Gilberto José] que, na última audiência que tivemos, ele disse que levaria pessoalmente ao prefeito João Henrique Carneiro e que ele, o prefeito, é quem estaria resistindo a pagar”, contou em entrevista ao programa Acorda pra Vida, da Rede Tudo FM 102.5. Para o médico, a prefeitura protela o pagamento dos débitos de olho nas eleições municipais de outubro. “Provavelmente a prefeitura deve ter recursos, mas está deixando a coisa acumular para, a partir de maio ou junho, em período eleitoral, começar a mostrar novidades”, acredita. O presidente da Liga Bahiana ainda contestou as reclamações de Gilberto José, para quem o Município arca com custos que deveriam ser do Estado, já que instituição recebe pacientes de toda a Bahia. “O secretário de Saúde está precisando de um exame acurado porque está confundindo extra-teto com extraterrestre como se as pessoas que chegassem ao hospital viessem de Marte, de Vênus. Não são. São seres humanos de nosso estado que vêm buscar atendimento [...] Não sou eu que vou para a porta do hospital me transformar em verdugo, em carrasco, e dizer a essas pessoas que já gastei o dinheiro que a prefeitura programou para o mês e que eles voltem para casa e cultivem seu câncer por lá até o próximo mês”, bradou. Apesar da crise financeira que se abateu sobre a instituição, Maltez Filho assegura que o atendimento aos pacientes é feito de forma regular e não há atraso no pagamento de funcionários e fornecedores. A situação, entretanto, ficará insustentável dentro de 20 dias, segundo o médico, se os repasses não forem regularizados.


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

‎'Dentro de 20 a 25 dias o hospital pode fechar', diz Dr. Aristides Maltez




Em entrevista a Mário Kertész durante o jornal da Bahia no Ar, na manhã desta terça-feira (28), o doutor Aristides Maltez Filho, presidente da diretoria da Liga Bahiana contra o Câncer, falou sobre a situação de extrema dificuldade do Hospital Aristides Maltez.

O médico afirmou que o hospital tenta negociar uma dívida absurda com a prefeitura. "O nosso relacionamento com a Secretaria Municipal de Saúde é o mais destoante possível, chega a beira do escândalo. Nós estamos com um débito acumulado de 13 milhões e não temos de onde tirar, porque atendemos à população", afirmou.

Maltez Filho também criticou o prefeito por não dar apoio à iniciativa do hospital, que atende gratuitamente à população, mesmo não tendo incentivo do governo. "O prefeito esta fazendo suas festas pessoais às custas das pessoas com câncer, como se estas não soubesse votar", pontuou.

O médico desabafou e disse que a situação do hospital é grave e, caso não haja uma negociação com os poderes públicos, o hospital pode fechar as portas.

"Se continuarmos sofrendo com a insensibilidade do prefeito, dentro de 20 a 25 dias o hospital pode fechar as portas por falta de dinheiro para medicamentos, material cirúrgico e o pagamento dos seus funcionários. Se o hospital fechar, essas pessoas terão que ir diretamente ao gabinete do prefeito para buscar soluções".

Fonte: Mércia Araújo - Portal da Metrópole

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

ACM Neto defende derrubada de vetos da presidente


O líder do Democratas na Câmara Federak, deputado ACM Neto, afirmou ontem que a oposição pretende pressionar o Congresso a derrubar os vetos de Dilma Rousseff ao projeto que regulamentou os gastos com saúde, a Emenda 29. O principal é sobre uma cláusula que previa investimentos adicionais da União caso o PIB fosse revisado para cima.

"Isso vai manter na pauta o debate sobre o financiamento da saúde, que continua insuficiente. Vamos fazer um cabo de guerra para votar os vetos", afirmou. Ele admitiu que diante da vantagem numérica será difícil derrubar a decisão de Dilma, mas destacou que o assunto vai continuar "no embate político e provocando desgaste para o governo".

Pelo projeto, sancionado com 15 vetos, a União terá obrigação de aplicar o mesmo valor empenhado no orçamento anterior, corrigido pela variação do PIB. Os estados terão de investir 12% de sua receita e os municípios 15%.

Fonte: www.acmneto.com.br

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Morre mais um funcionário de Sauípe com meningite C


Morreu mais um funcionário do Complexo Costa do Sauípe com meningite C, conforme foi divulgado pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) nesta quinta-feira (22). Adriano Santos estava internado na UTI do Hospital Couto Maia em estado grave e na tarde desta quarta (21), às 17h40, não resistiu e morreu.

Ele foi a quarta vítima do surto da doença entre funcionários do complexo. O primeiro caso foi registrado no dia 4 deste mês. No dia 9, a Sesab constatou o surto. Além do homem, que morreu nesta quarta, outras três pessoas foram internadas no Couto Maia com a doença.

Apenas um paciente continue hospitalizado. Ele está enfermaria e passa bem, de acordo com a Sesab. Os outros dois pacientes receberam alta na segunda (19) e terça (20).

Nesta quarta, uma menina de nove anos morreu com meningite C. Emilly dos Santos Silva foi a 69º vítima da doença este ano a morrer na Bahia.

Fonte: A Tarde

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Menina de nove anos morre vítima de meningite tipo C em Salvador


Garota residia em Cajazeiras e deu entrada no Hospital Eládio Lasserre antes de morrer.

A meningite meningocócica tipo C fez mais uma vítima na Bahia. Desta vez, uma menina de nove anos, residente no bairro de Cajazeiras, em Salvador, morreu por conta das complicações da doença. Segundo a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), a criança deu entrada no Hospital Eládio Lasserre, mas não resistiu e foi a óbito na última terça-feira (20).

Esta foi a 38ª morte provocada pela meningite meningocócica no ano no estado. De acordo com a Sesab, deste total, 12 óbitos ocorreram em Salvador. Em 2010, o número de mortes motivadas pela doença chegou a 45, sendo 31 só na capital baiana.

Em números gerais, as meningites viral e bacteriana já infectaram este ano 598 pessoas na Bahia, com 68 mortes. No ano passado, esse número chegou a 1011 doentes, com 87 óbitos.

Costa do Sauípe – Duas vítimas do surto de meningite registrado em Costa do Sauípe, no início deste mês, permanecem internadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hosptial Couto Maia. De acordo com a Sesab, elas apresentam quadro clínico estável.

Fonte: Metrópole FM