segunda-feira, 7 de maio de 2012



Os deputados federais ACM Neto (DEM) e Alice Portugal (PCdoB), pré-candidatos a prefeito de Salvador, travam o primeiro debate na televisão na noite de hoje. Na última sexta, eles gravaram para o programa Eleições 2012, na Band Bahia e que vai ao ar após o CQC. O momento mais “quente” aconteceu quando a comunista provocou Neto sobre o envolvimento do senador Demóstenes Torres (ex-DEM) com o bicheiro Carlos Cachoeira. O democrata respondeu à altura, lembrando que Torres saiu do partido antes de ser expulso, atitude que não foi tomada pelo PCdoB em relação ao ex-ministro dos Esportes, Orlando Silva, demitido pela presidente Dilma Rousseff depois de denúncias de envolvimento em malversação de recursos públicos através de ONGs ligadas aos comunistas. Apesar das provocações, os dois pré-candidatos comemoraram o alto nível do debate. “Se depender de mim, vai ser assim na campanha. Queremos debater Salvador”, disse Alice Portugal. “Gostei do programa. Se depender de mim, teremos uma campanha limpa e sem agressões pessoais”, emendou ACM Neto.

Fonte: Politica Livre

A obsessão petista pela censura



A obsessão do Partido dos Trabalhadores em controlar todas as instâncias que podem controlar seu poder ganhou um novo round com as declarações do presidente do PT, Ruy Falcão, no sentido de que o próximo inimigo a ser abatido pelo governo deve ser a imprensa.

As frases de Falcão falam por si só. Como contrastam com o projeto político do PT, os meios de comunicação devem ser contidos.

Leia aqui as declarações de Ruy Falcão http://migre.me/8YpHm.

Essa obsessão petista pela censura vem de longe. Ficou mais forte com a revelação de que o partido estava à frente do maior escândalo político da história recente: o mensalão.

O sonho do PT é passar à população a ideia de que todas as irregularidades envolvendo seu governo não passaram de uma “conspiração midiática”.

A primeira tentativa de amordaçar a imprensa ocorreu em 2004, quando foi encaminhado ao Congresso um projeto criando o Conselho Federal de Jornalismo. O Conselho teria poderes de "orientar, disciplinar e fiscalizar" o exercício da profissão. Poderia punir jornalistas. A Câmara vetou a iniciativa.

Mas o esforço agora é fazer valer o seguinte raciocínio: já que o bicheiro Carlinhos Cachoeira estava por trás das gravações que deram origem ao mensalão, logo o escândalo não existiu. A precariedade e cinismo da estratégia é risível, mas ainda há setores do PT que insistem nessa tese.   

Para essa estratégia prosperar é preciso que o processo do mensalão, que corre no STF, se transforme em peça de ficção, assim como a existência incômoda do empresário Marcus Valério, além de inúmeros acontecimentos como o repasse de recursos ilegais a parlamentares em um shopping de Brasília ocorridos até 2004.

O próprio ex-presidente Lula atuou bastante para que a CPI do Cachoeira tivesse dois alvos claros: o governador de Goiás, Marconi Perillo, que o alertou sobre a existência do mensalão, e a revista Veja, órgão de imprensa que mais incomoda o PT.

O ataque a Veja contém outro cinismo. Na superfície, condena-se os métodos da revista como antiéticos. Mas quando os mesmos métodos são utilizados contra oposição por outros veículos, o PT aplaude.

O problema da estratégia de Lula contra a Veja e Perillo é que o escândalo Cachoeira acabou trazendo a tona novos fatos e personagens como o governador do Distrito Federal, o petista Agnelo Queiroz, a construtora Delta, principal empreiteira do PAC, e até  mesmo o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.

Como sinal desses novos tempos petistas, o ex-presidente Fernando Collor de Mello está na CPI do Cachoeira no autodeclarado papel de guardião dos documentos da comissão. Não quer que nada inconveniente vaze para a imprensa.

Outro nível de ação do governo é pagar fortunas para alguns jornalistas atacarem a imprensa e a oposição.

Sustentados por verbas de empresas estatais, profissionais como Paulo Henrique Amorim e Luiz Nassif, lideram uma verdadeira cruzada contra partidos como Democratas, PSDB e a todo que ousem a não baixar a cabeça para o projeto de poder petista.

O patrono desses agentes tem nome e sobrenome: o ex-ministro da Casa-Civil, José Dirceu, considerado pela Procuradoria Geral da República o chefe da quadrilha que resultou no mensalão. Em seu blog, Dirceu aconselha a população a se informar principalmente por esses jornalistas.

O governo Lula também iniciou uma política de repasse de recursos públicos por meio de verbas de publicidade para periódicos cujas linhas editoriais auxiliem o governo. O valor da fatura: R$ 10 bilhões!

Além disso, historicamente, em todos seus Congressos o PT repete a ladainha de controlar a imprensa por meio dos chamados “marcos regulamentários”. No último deles, em dezembro do ano passado, os militantes foram conclamados a enfrentar questões como “o controle de meios por monopólios, a propriedade cruzada, a inexistência de uma Lei de Imprensa”.

O novo nome da censura para o PT é: “controle social da mídia”. Como o governo controla os chamados “movimentos sociais”, o círculo se fecha. O que se quer é o controle da mídia pelo governo.  

A Argentina vive processo semelhante, porém mais agressivo do que o brasileiro de luta estatal contra a imprensa.

Por trás de todas essas campanhas não está o interesse público ou um suposto bem do País. Os personagens que atacam o jornalismo são movidos pelo rancor de terem sido descobertos.  Buscam, portanto, não acabar com a corrupção, mas aprisionar os meios que divulgam a roubalheira.

Assim como toda agremiação política brasileira, o Democratas já sofreu, e sofre constantemente, diversos ataques de setores da mídia. A diferença com relação ao PT é que tenta responder as acusações com ações saneadoras e argumentos, não por meio de do amordaçamento de jornalistas e órgãos de imprensa.

Fonte: Imprensa Democratas 


domingo, 6 de maio de 2012

Democratas se une a PMDB em Valença



O lançamento da pré-candidatura do peemedebista Ricardo Moura à prefeitura de Valença, neste domingo (06), reuniu líderes da oposição baiana, numa demonstração de que os partidos oposicionistas continuam se entendendo na escolha de candidatos únicos para as eleições municipais deste ano.
Presente ao evento, o presidente estadual do Democratas, José Carlos Aleluia, oficializou o apoio do partido a Ricardo Moura, que reúne em torno de seu nome uma grande aliança partidária. Além do Democratas, a pré-candidatura do peemedebista é apoiada pelo PR, PTC,PSL, PSC,PT do B e PV.
Em seu pronunciamento, Aleluia pregou a união das oposições e destacou a necessidade de se olhar para o futuro. “Precisamos estar unidos, mas é importante ressaltar que os prefeitos não devem se curvar aos palácios. Precisam, sim, ficar de olhos abertos e ouvidos atentos aos anseios do povo”.
O evento, que marcou também a inauguração da nova sede do PMDB, em Valença, teve a participação do vice-presidente da Caixa Econômica, Geddel Vieira Lima, deputado federal Lúcio Vieira Lima(PMDB),  deputado estadual Sandro Régis (PR), além de prefeitos e vereadores da região.

Fonte: Imprensa Democratas