quinta-feira, 19 de abril de 2012

Pronatec oferece cursos gratuitos para a Copa de 2014




Estão abertas as inscrições para os cursos gratuitos de qualificação para profissionais  interessados em atuar na Copa do Mundo de 2014. As vagas serão ofertadas pelo Pronatec, programa do Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Ministério do Turismo.

As aulas serão ministrados pelo Instituto Federal da Bahia (Ifba) e para a primeira etapa, serão oferecidas vagas para capacitação em inglês e espanhol. A previsão de início dos cursos é para o mês de julho, e os candidatos  devem ter mais de 18 anos e ensino fundamental completo.

Além de Salvador, o Pronatec dispõe de vagas para os municípios de Lauro de Freitas, Mata de São João, Camaçari, Maragojipe, Cachoeira e Lençóis. 

Para concorrer a uma das vagas, o candidato deve realizar a pré-inscrição exclusivamente pelo site do Programa.

Fonte: Ibahia

João Henrique deixou dívida de R$ 800 milhões de um ano para o outro




Durante a audiência pública que discutiu nesta quinta-feira (19) os fatos que levaram o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) a rejeitar as contas do prefeito João Henrique (PP), o auditor do TCM, Antônio Carlos da Silva, esclareceu que os gestores não podem acumular dívidas, o que foi totalmente desobedecido pelo atual gestor.

Segundo Silva, João Henrique deixou R$ 800 milhões em dívidas de 2010 para 2011. "O prefeito infringiu a lei ao injetar apenas 11,5% da verba na saúde do município em 2010. O mínimo de 15% deve ser respeitado", atestou.

A vereadora Aladilce Souza (PCdoB) pontuou que a audiência foi estabelecida para esclarecer a população sobre as irregularidades cometidas por JH em 201O e apontadas pelo TCM. Já Olívia Santana (PCdoB) expôs a necessidade de votar as contas do prefeito com rapidez para evitar que a votação ocorra no período eleitoral.

Fonte: Metro 1

Ataque à propriedade privada na Argentina




Há muitas coisas negativas que podem ser ditas sobre o atual governo brasileiro: descontrole administrativo, clientelismo, estímulo ao fisiologismo, aumento desenfreado dos gastos, entre outras mazelas.

Mas fora uma ou outra tentação autoritária, como a vontade de reestatizar a mineradora Vale, o governo petista tem feito valer acordos e contratos. Por exemplo, honrou todos os seus compromissos com o antes amaldiçoado Fundo Monetário Internacional (FMI).

Mas a escalada do desrespeito às leis tem assombrado países vizinhos como a Venezuela, a Bolívia e, mais recentemente, a Argentina.

Sem ter como enfrentar uma crise inflacionária e de desabastecimento que se avizinha, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, interviu na petrolífera espanhola Repsol-YPF. Por meio de um projeto de lei, o governo expropriou 51% da empresa.

A medida surpreendeu os executivos da YPF, que tiveram que abandonar suas salas na tarde de ontem para dar lugar aos burocratas do governo.

Transmitida em rede nacional de TV, a medida teve como mote slogans ideológicos como “soberania popular”, entre outros. O anúncio da nacionalização foi várias vezes interrompido por ovações da plateia, formada por integrantes do Partido Justicialista, nome oficial do peronismo.  

Para justificar a iniciativa, a presidente afirmou que a empresa espanhola não cumpria as metas de produção e por isso foi punida. Em resposta, a companhia alega que era impossível manter uma política de expansão quando o preço dos combustíveis está congelado em valores abaixo aos de mercado.
Não por acaso, essa é a política que o governo brasileiro impõe à Petrobras: vender gasolina ao mercado mais barato do que compra no exterior. Por isso, a queda constante das ações da estatal brasileira e prejuízo para os acionistas.

Kirchner também criticou a empresa por não “reinvestir os lucros nas necessidades do país”. Belas palavras para uma atitude autoritária. “Só as ditaduras determinam o que uma empresa pode ou não pode fazer com seus lucros”, afirmou o colunista do Estadão, Celso Ming.

Mas o que levou a presidente a tomar essa decisão? De acordo com alguns analistas, a política clientelista de distribuição de recursos está se esgotando e não restam ao governo outras iniciativas além de lançar mão de ativos particulares como forma de se apoderar de mais recursos.

Em 2009, o governo argentino já havia estatizado os fundos de pensão, avaliados em US$ 30 bilhões.

A presidente ainda precisou tomar medidas populistas para tentar atenuar a já visível piora na qualidade de vida da população. Estima-se que a inflação na Argentina chegou a 24% ao ano. Já o desemprego aproxima-se dos 20%.  Kirchner também tentou empolgar a comunidade internacional com uma campanha para recuperar as ilhas Malvinas dos ingleses, fracassou. Agora ataca a empresa espanhola.

A expropriação foi antecipada por ataques à empresa cometidos pelos movimentos ditos “sociais” que, como no Brasil, são da linha auxiliar ao governo.

De acordo com o porta-voz de Comércio da União Europeia, “Uma tomada de controle forçada por parte do governo argentino é um sinal muito negativo para os investidores nacionais ou internacionais”. Já o governo espanhol anunciou retaliação.

Ou seja, passada a euforia populista, a Argentina deve contar com menos investimentos em seu território.  Toda a  patotada foi uma vitória de Pirro.

A empresa espanhola agora exige uma indenização de US$ 10 bilhões.

Um dos princípios do Democratas é o respeito à propriedade privada. Essa garantia faz o investidor acreditar nos países em que escolhe para tocar seus empreendimentos e gerar empregos. Com o respeito aos contratos, ganham a população, as empresas e mesmo o governo, por meio da arrecadação de impostos.

Fonte: Imprensa Democratas